1º de maio atípico, mas de luta!

1º de maio atípico, mas de luta!

Por Coletivo de Comunicação do MST na Bahia

Para Voz do Movimento

Em tempo de pandemia do COVID-19, a homenagem ao dia internacional dos trabalhadores e trabalhadoras, passou ter um significado ainda maior, devido a atual conjuntura que a classe trabalhadora está passando com o isolamento social e com a perda de empregos e dos direitos trabalhistas. De acordo com Nayara Santos da direção estadual do MST, “Neste momento difícil em que a humanidade está vivendo, solidariedade e empatia devem ser as palavras chaves, pois precisamos nos ajudar a enfrentar esse momento. Estamos aqui exercendo nosso papel enquanto ser humano, exercitando a solidariedade, o companheirismo e nossa empatia social, zelando pelo cuidado para com o outro e na defesa do nosso povo contra essa doença”. Afirma.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra tem exercido a solidariedade por toda a Bahia, em paralelo ao dia 17 de abril que foram doadas várias toneladas de alimentos saudáveis.

O 1º de maio foi marcado por luta solidária, levando o pão a quem precisa e que não tem perspectiva de se alimentar, mais de 20 toneladas foram doados por todo território baiano, além de produtos de higiene pessoal.

Para Evanildo Costa da direção nacional do MST na Bahia, “o 1º de maio é um dia de lembrança, é um dia de manifestações em defesa da classe trabalhadora que historicamente tem feito lutas por direitos na sociedade, essa data é fruto das lutas da classe trabalhadora. O MST entende que esse momento em que estamos sendo assolados pelo coronavirús, precisamos levar alimentos e esperança para as pessoas que não tem.”

“O nosso desafio agora é continuar cultivando a terra para produzir alimentos para nos sustentar, sustentar nossas famílias que estão em isolamento social no campo, e as famílias que estão nas cidades. Nós do MST na Bahia, vamos continuar nossos atos de solidariedade durante a semana do Trabalhador e Trabalhadora rural”. Finaliza Costa.

As diversas ações de solidariedade que foram desenvolvidas pelo MST, foram focadas nas periferias, nos orfanatos, asilos e centros de recuperação por entender que são pessoas que estão em situação vulnerável.

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